Não se verificaram acontecimentos adversos inesperados num estudo de farmacologia clínica de Dapoxetina com doses diárias até 240 mg (duas doses de 120 mg administradas com um intervalo de 3 horas). Em geral, os sintomas de sobredosagem com ISRSs incluem reações adversas mediadas pela serotonina, tais como sonolência, perturbações gastrointestinais, tais como náuseas e vómitos, taquicardia, tremor, agitacção e tonturas. Nos casos de sobredosagem deverão ser adoptadas medidas de suporte padrão conforme necessário. Devido à elevada ligação às proteínas e ao elevado volume de distribuição do cloridrato de dapoxetina, é improvável que a diurese forçada, a diálise, a hemoperfusão e a transfusão sejam benéficas.

Tratamento Via de administração Latência média de ação Custo mensal estimado Vantagem principal
Dapoxetina genérica Oral (comprimido) 1 a 3 horas 30 a 60 € Eficácia comprovada
Sertralina (off-label) Oral 5 a 14 dias (uso contínuo) 10 a 20 € Custo reduzido
Anestésicos tópicos Aplicação local 10 a 15 minutos 15 a 25 € Ação imediata
Paroxetina (off-label) Oral 5 a 14 dias (uso contínuo) 8 a 15 € Baixo custo

Não se conhecem antídotos específicos para Dapoxetina. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. Este medicamento não necessita de condições especiais de conservação.Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente. Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças. Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico.

Possíveis efeitos colaterais

Portanto, os inibidores destas enzimas poderão reduzir a depuração da dapoxetina. Interacções: Inibidores potentes do CYP3A4: A administração de cetoconazol (200 mg duas vezes por dia durante 7 dias) aumentou a Cmáx e a AUCinf da dapoxetina (dose única de 60 mg) em 35% e 99%, respetivamente. Considerando a contribuição tanto da dapoxetina como da desmetildapoxetina não ligadas às proteínas, a Cmáx da fração ativa poderá ser aumentada aproximadamente 25% e a AUC da fração ativa poderá ser duplicada caso a toma seja efetuada conjuntamente com inibidores potentes do CYP3A4. Os aumentos da Cmáx e da AUC da fração ativa poderão ser ainda mais significativos numa parte da população que tem falta da enzima funcional CYP2D6, isto é metabolizadores fracos do CYP2D6 ou na associação com inibidores potentes do CYP2D6. Assim sendo, a utilização concomitante de dapoxetina e de inibidores potentes do CYP3A4, tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, nefazodona, nelfinavir e atazanavir é contraindicada.

Ingrediente ativo

O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4 e deve ser evitado durante 24 horas antes de tomar dapoxetina. Inibidores moderados do CYP3A4: O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (por ex. eritromicina, claritromicina, fluconazol, amprenavir, fosamprenavir, dapoxetina referencia aprepitante, verapamilo, diltiazem) pode também provocar um aumento significativo da exposição da dapoxetina e desmetildapoxetina, especialmente em metabolizadores fracos do CYP2D6. Se a dapoxetina for associada a um destes medicamentos, a dose máxima da dapoxetina deve ser 30 mg. Estas duas medidas aplicam-se a todos os doentes exceto aqueles que sejam metabolizadores extensos por geno- ou fenotipagem.

Informação médica e efeitos secundários da Dapoxetina Priligy Genérico

Nos doentes que sejam metabolizadores extensos do CYP2D6 e em que a dapoxetina seja associada a um inibidor potente do CYP3A4, é aconselhada uma dose máxima de 30 mg e é necessária precaução se for administrada 60 mg de dapoxetina concomitantemente com um inibidor moderado do CYP3A4. Interacções: A Cmáx e a AUCinf da dapoxetina (dose única de 60 mg) aumentaram 50% e 88%, respetivamente, na presença de fluoxetina (60 mg/dia durante 7 dias). Considerando a contribuição tanto da dapoxetina como da desmetildapoxetina não ligadas às proteínas, a Cmáx da fração ativa poderá ser aumentada aproximadamente 50% e a AUC da fração ativa poderá ser duplicada caso a toma seja efetuada concomitantemente com inibidores potentes do CYP2D6. Estes aumentos da Cmáx e da AUC da fração ativa são semelhantes aos esperados para os metabolizadores fracos do CYP2D6 e poderão resultar numa maior incidência e gravidade de acontecimentos adversos dependentes da dose. Interacções: Dapoxetina não deve ser utilizado em doentes que utilizem inibidores da PDE5 devido a possível redução da tolerância ortostática. Interacções: Nos doentes que estão a receber um ISRS em associação com um inibidor da monoaminoxidase (IMAO), houve notificações de reações graves, por vezes fatais, incluindo hipertermia, rigidez, mioclonia, instabilidade autonómica com possíveis flutuações rápidas dos sinais vitais e alterações do estado mental, que incluem agitação extrema que progride para delírio e coma. Estas reações foram também notificadas em doentes que suspenderam recentemente um ISRS e iniciaram um tratamento com um IMAO. Alguns casos apresentaram-se com características que se assemelham com o síndrome maligno dos neurolépticos. Os dados em animais sobre os efeitos da utilização combinada de um ISRS e IMAO sugerem que estes medicamentos poderão atuar sinergicamente de modo a aumentarem a pressão arterial e a suscitarem excitação comportamental. Portanto, dapoxetina não deverá ser utilizado em associação com um IMAO nem nos 14 dias após suspender o tratamento com um IMAO. De um modo semelhante, um IMAO não deverá ser administrado nos 7 dias após dapoxetina ter sido suspenso. Interacções: Com a dapoxetina risco de aumento dos efeitos indesejáveis, particularmente sonolência ou desmaio. A coadministração de darunavir potenciado com dapoxetina é contraindicada. Interacções: A administração de tioridazina só por si provoca prolongamento do intervalo QTc, o que está associado com arritmias ventriculares graves.

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
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Os medicamentos, como dapoxetina, que inibem a isoenzima CYP2D6 parecem inibir o metabolismo da tioridazina e prevê-se que os resultantes níveis elevados de tioridazina aumentem o prolongamento do intervalo QTc. O dapoxetina não deverá ser utilizado em associação com tioridazina nem nos 14 dias após suspender o tratamento com tioridazina.

Para que serve

Interacções: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não afetaram a farmacocinética nem a farmacodinâmica de uma dose única de 5 mg de glibenclamida. É improvável que a dapoxetina afete a farmacocinética de outros substratos do CYP2C9. De um modo semelhante, a tioridazina não deverá ser administrada nos 7 dias após dapoxetina ter sido suspenso). Interacções: Tal como com outros ISRS, a administração concomitante com medicamentos/produtos à base de plantas serotoninérgicos [incluindo IMAO, L-triptofano, triptanos, tramadol, linezolida, ISRS, IRSN, lítio e preparações de Erva de São João (Hypericum perforatum)] poderá levar a uma incidência de efeitos associados com a serotonina. Dapoxetina não deverá ser utilizada em associação com outros ISRS, IMAO ou outros medicamentos/produtos à base de plantas serotoninérgicos nem nos 14 dias após suspender o tratamento com estes medicamentos/produtos à base de plantas. - Produtos/Medicamentos à base de plantas (Fitoterapêuticos) Interacções: A utilização de dapoxetina em associação com medicamentos ativos a nível do SNC (p. ex. antiepiléticos, antidepressivos, antipsicóticos, ansiolíticos e hipnóticos sedativos) não foi avaliada de um modo sistemático em doentes com ejaculação precoce.

  • Alguns medicamentos antifúngicos, como o cetoconazol, podem aumentar os níveis de dapoxetina no sangue.
  • Antibióticos macrólidos, como a eritromicina, também interferem no metabolismo da dapoxetina.
  • Inibidores da protease utilizados no tratamento do VIH podem potenciar os efeitos do fármaco.
  • A toranja (sumo de toranja) deve ser evitada durante o tratamento, pois altera a metabolização.
  • Medicamentos para a tensão arterial podem ter o seu efeito hipotensor aumentado pela dapoxetina.
  • É fundamental informar o médico sobre todos os medicamentos, suplementos e produtos naturais em uso.

Consequentemente, é aconselhada precaução caso seja necessária a administração concomitante de dapoxetina com esses medicamentos. Interacções: Os estudos in vitro em microssomas do fígado, rim e intestino do ser humano indicam que a dapoxetina é metabolizada principalmente pelos CYP2D6, CYP3A4 e flavina monoxigenase 1 (FMO1). Portanto, os inibidores destas enzimas poderão reduzir a depuração da dapoxetina. Interacções: Inibidores potentes do CYP3A4: A administração de cetoconazol (200 mg duas vezes por dia durante 7 dias) aumentou a Cmáx e a AUCinf da dapoxetina (dose única de 60 mg) em 35% e 99%, respetivamente. Considerando a contribuição tanto da dapoxetina como da desmetildapoxetina não ligadas às proteínas, a Cmáx da fração ativa poderá ser aumentada aproximadamente 25% e a AUC da fração ativa poderá ser duplicada caso a toma seja efetuada conjuntamente com inibidores potentes do CYP3A4. Os aumentos da Cmáx e da AUC da fração ativa poderão ser ainda mais significativos numa parte da população que tem falta da enzima funcional CYP2D6, isto é metabolizadores fracos do CYP2D6 ou na associação com inibidores potentes do CYP2D6.

  • A dose inicial habitual é de 30 mg, podendo ser aumentada para 60 mg se a resposta for insuficiente.
  • O aumento da dose deve ser sempre orientado pelo médico e nunca por iniciativa própria.
  • A dose de 60 mg está associada a maior incidência de efeitos secundários, especialmente náuseas e tonturas.
  • O medicamento deve ser tomado com um copo cheio de água para reduzir o risco de hipotensão.
  • O efeito da dapoxetina inicia-se cerca de uma hora após a toma e dura até quatro horas.
  • A toma diária contínua não está recomendada; o uso é apenas ocasional, antes da relação sexual.

Assim sendo, a utilização concomitante de dapoxetina e de inibidores potentes do CYP3A4, tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, saquinavir, telitromicina, nefazodona, nelfinavir e atazanavir é contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4 e deve ser evitado durante 24 horas antes de tomar dapoxetina. Inibidores moderados do CYP3A4: O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (por ex. eritromicina, claritromicina, fluconazol, amprenavir, fosamprenavir, dapoxetina referencia aprepitante, verapamilo, diltiazem) pode também provocar um aumento significativo da exposição da dapoxetina e desmetildapoxetina, especialmente em metabolizadores fracos do CYP2D6.

Em que forma está disponível Dapoxetina?

Não se verificaram acontecimentos adversos inesperados num estudo de farmacologia clínica de Dapoxetina com doses diárias até 240 mg (duas doses de 120 mg administradas com um intervalo de 3 horas). Em geral, os sintomas de sobredosagem com ISRSs incluem reações adversas mediadas pela serotonina, tais como sonolência, perturbações gastrointestinais, tais como náuseas e vómitos, taquicardia, tremor, agitacção e tonturas. Nos casos de sobredosagem deverão ser adoptadas medidas de suporte padrão conforme necessário. Devido à elevada ligação às proteínas e ao elevado volume de distribuição do cloridrato de dapoxetina, é improvável que a diurese forçada, a diálise, a hemoperfusão e a transfusão sejam benéficas. Não se conhecem antídotos específicos para Dapoxetina.

Início de ação

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. Este medicamento não necessita de condições especiais de conservação.Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente. Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

O que devo ter em conta, ao tomar Priligy?

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Interacções: Nos doentes que estão a receber um ISRS em associação com um inibidor da monoaminoxidase (IMAO), houve notificações de reações graves, por vezes fatais, incluindo hipertermia, rigidez, mioclonia, instabilidade autonómica com possíveis flutuações rápidas dos sinais vitais e alterações do estado mental, que incluem agitação extrema que progride para delírio e coma. Estas reações foram também notificadas em doentes que suspenderam recentemente um ISRS e iniciaram um tratamento com um IMAO. Alguns casos apresentaram-se com características que se assemelham com o síndrome maligno dos neurolépticos. Os dados em animais sobre os efeitos da utilização combinada de um ISRS e IMAO sugerem que estes medicamentos poderão atuar sinergicamente de modo a aumentarem a pressão arterial e a suscitarem excitação comportamental. Se a dapoxetina for associada a um destes medicamentos, a dose máxima da dapoxetina deve ser 30 mg. Estas duas medidas aplicam-se a todos os doentes exceto aqueles que sejam metabolizadores extensos por geno- ou fenotipagem. Nos doentes que sejam metabolizadores extensos do CYP2D6 e em que a dapoxetina seja associada a um inibidor potente do CYP3A4, é aconselhada uma dose máxima de 30 mg e é necessária precaução se for administrada 60 mg de dapoxetina concomitantemente com um inibidor moderado do CYP3A4. Interacções: A Cmáx e a AUCinf da dapoxetina (dose única de 60 mg) aumentaram 50% e 88%, respetivamente, na presença de fluoxetina (60 mg/dia durante 7 dias). Considerando a contribuição tanto da dapoxetina como da desmetildapoxetina não ligadas às proteínas, a Cmáx da fração ativa poderá ser aumentada aproximadamente 50% e a AUC da fração ativa poderá ser duplicada caso a toma seja efetuada concomitantemente com inibidores potentes do CYP2D6.

Ibuprofeno: para que serve, como tomar (e efeitos colaterais)

Portanto, dapoxetina não deverá ser utilizado em associação com um IMAO nem nos 14 dias após suspender o tratamento com um IMAO. De um modo semelhante, um IMAO não deverá ser administrado nos 7 dias após dapoxetina ter sido suspenso. Interacções: Com a dapoxetina risco de aumento dos efeitos indesejáveis, particularmente sonolência ou desmaio. A coadministração de darunavir potenciado com dapoxetina é contraindicada. Interacções: A administração de tioridazina só por si provoca prolongamento do intervalo QTc, o que está associado com arritmias ventriculares graves.

Como a dapoxetina funciona?

Os medicamentos, como dapoxetina, que inibem a isoenzima CYP2D6 parecem inibir o metabolismo da tioridazina e prevê-se que os resultantes níveis elevados de tioridazina aumentem o prolongamento do intervalo QTc. O dapoxetina não deverá ser utilizado em associação com tioridazina nem nos 14 dias após suspender o tratamento com tioridazina. De um modo semelhante, a tioridazina não deverá ser administrada nos 7 dias após dapoxetina ter sido suspenso). Interacções: Tal como com outros ISRS, a administração concomitante com medicamentos/produtos à base de plantas serotoninérgicos [incluindo IMAO, L-triptofano, triptanos, tramadol, linezolida, ISRS, IRSN, lítio e preparações de Erva de São João (Hypericum perforatum)] poderá levar a uma incidência de efeitos associados com a serotonina. Dapoxetina não deverá ser utilizada em associação com outros ISRS, IMAO ou outros medicamentos/produtos à base de plantas serotoninérgicos nem nos 14 dias após suspender o tratamento com estes medicamentos/produtos à base de plantas.

Duração do efeito

- Produtos/Medicamentos à base de plantas (Fitoterapêuticos) Interacções: A utilização de dapoxetina em associação com medicamentos ativos a nível do SNC (p. ex. antiepiléticos, antidepressivos, antipsicóticos, ansiolíticos e hipnóticos sedativos) não foi avaliada de um modo sistemático em doentes com ejaculação precoce. Consequentemente, é aconselhada precaução caso seja necessária a administração concomitante de dapoxetina com esses medicamentos. Interacções: Os estudos in vitro em microssomas do fígado, rim e intestino do ser humano indicam que a dapoxetina é metabolizada principalmente pelos CYP2D6, CYP3A4 e flavina monoxigenase 1 (FMO1). Estes aumentos da Cmáx e da AUC da fração ativa são semelhantes aos esperados para os metabolizadores fracos do CYP2D6 e poderão resultar numa maior incidência e gravidade de acontecimentos adversos dependentes da dose.

Quem pode beneficiar do uso de Dapoxetina?

A farmacocinética da dapoxetina (60 mg) em associação com tadalafil (20 mg) e sildenafil (100 mg) foi avaliada num estudo cruzado de dose única. O tadalafil não afetou a farmacocinética da dapoxetina. O sildenafil provocou alterações ligeiras na farmacocinética da dapoxetina (aumento de 22% da AUCinf e aumento de 4% da Cmáx), que não se prevê que sejam clinicamente significativos. O uso concomitante de dapoxetina com inibidores da PDE5 pode resultar em hipotensão ortostática. A eficácia e a segurança de dapoxetina em doentes com ejaculação precoce e disfunção erétil concomitantemente tratados com dapoxetina e inibidores da PDE5 não foram estabelecidas.

Notas especiais

- Inibidores das fosfodiesterases de tipo 5 (PDE5) Interacções: A administração concomitante de uma dose única ou de doses múltiplas de 30 mg ou 60 mg de dapoxetina a doentes que estão a receber doses diárias de tansulosina não resultam em alterações na farmacocinética da tansulosina. A adição de dapoxetina a tansulosina não resultou numa alteração do perfil ortostático e não se verificaram diferenças nos efeitos ortostáticos entre a tansulosina associada a 30 ou 60 mg de dapoxetina e a tansulosina isoladamente; contudo, dapoxetina deverá ser prescrito com precaução em doentes que utilizam antagonistas dos recetores alfa adrenérgicos devido a uma possível redução da tolerância ortostática. Interacções: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) seguidas por uma dose única de 50 mg de desipramina aumentaram a Cmáx e a AUCinf médias da desipramina em aproximadamente 11% e 19%, respetivamente, em comparação com a desipramina administrada isoladamente. A dapoxetina poderá originar um aumento semelhante das concentrações plasmáticas de fármacos metabolizados pelo CYP2D6. É provável que a relevância clínica seja pequena.

Contra indicações

Interacções: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) diminuíram a AUCinf do midazolam (dose única de 8 mg) em aproximadamente 20% (intervalo -60 a +18%). É provável que a relevância clínica do efeito sobre o midazolam seja pequena na maioria dos doentes. O aumento da atividade do CYP3A4 poderá ser clinicamente relevante nalguns indivíduos tratados concomitantemente com um medicamento metabolizado principalmente pelo CYP3A4 e com uma janela terapêutica estreita. Interacções: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não inibiram o metabolismo de uma dose única de 40 mg de omeprazol. É improvável que a dapoxetina afete a farmacocinética de outros substratos do CYP2C19. Interacções: Dapoxetina não deve ser utilizado em doentes que utilizem inibidores da PDE5 devido a possível redução da tolerância ortostática.

Como se deve armazenar o Priligy?

A farmacocinética da dapoxetina (60 mg) em associação com tadalafil (20 mg) e sildenafil (100 mg) foi avaliada num estudo cruzado de dose única. O tadalafil não afetou a farmacocinética da dapoxetina. O sildenafil provocou alterações ligeiras na farmacocinética da dapoxetina (aumento de 22% da AUCinf e aumento de 4% da Cmáx), que não se prevê que sejam clinicamente significativos.

  • Antes de iniciar a dapoxetina, o médico deve avaliar a função cardíaca e hepática do doente.
  • Homens com problemas cardíacos graves, como insuficiência cardíaca ou arritmias, não devem tomar este fármaco.
  • A dapoxetina está contraindicada em doentes com insuficiência hepática moderada ou grave.
  • Doentes com historial de síncope ou hipotensão ortostática devem evitar o medicamento.
  • A utilização concomitante com inibidores da monoamina oxidase (IMAO) é estritamente proibida.
  • É necessário um intervalo mínimo de 14 dias entre a suspensão de um IMAO e o início da dapoxetina.
  • Medicamentos como a fluoxetina ou a paroxetina não devem ser combinados com dapoxetina.
  • O uso simultâneo com tioridazina ou lítio está igualmente contraindicado.

O uso concomitante de dapoxetina com inibidores da PDE5 pode resultar em hipotensão ortostática. A eficácia e a segurança de dapoxetina em doentes com ejaculação precoce e disfunção erétil concomitantemente tratados com dapoxetina e inibidores da PDE5 não foram estabelecidas. - Inibidores das fosfodiesterases de tipo 5 (PDE5) Interacções: A administração concomitante de uma dose única ou de doses múltiplas de 30 mg ou 60 mg de dapoxetina a doentes que estão a receber doses diárias de tansulosina não resultam em alterações na farmacocinética da tansulosina. A adição de dapoxetina a tansulosina não resultou numa alteração do perfil ortostático e não se verificaram diferenças nos efeitos ortostáticos entre a tansulosina associada a 30 ou 60 mg de dapoxetina e a tansulosina isoladamente; contudo, dapoxetina deverá ser prescrito com precaução em doentes que utilizam antagonistas dos recetores alfa adrenérgicos devido a uma possível redução da tolerância ortostática. Interacções: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) seguidas por uma dose única de 50 mg de desipramina aumentaram a Cmáx e a AUCinf médias da desipramina em aproximadamente 11% e 19%, respetivamente, em comparação com a desipramina administrada isoladamente.

Efeito secundário Frequência Duração típica Recomendação
Náuseas Muito frequente (até 20%) 2 a 4 horas após a toma Tomar com alimentos
Tonturas Frequente (5% a 10%) Curta duração Evitar conduzir
Cefaleias Frequente (5% a 10%) Algumas horas Hidratação adequada
Diarreia Pouco frequente (1% a 5%) Variável Consultar médico se persistir
Insónia Pouco frequente (1% a 5%) Noite da toma Tomar de manhã

A dapoxetina poderá originar um aumento semelhante das concentrações plasmáticas de fármacos metabolizados pelo CYP2D6. É provável que a relevância clínica seja pequena.

  • A dapoxetina genérica pode ser adquirida nas farmácias comunitárias portuguesas mediante receita médica.
  • O preço do genérico é tendencialmente inferior ao do medicamento de marca.
  • Estão disponíveis diferentes apresentações, com número variável de comprimidos por embalagem.
  • O Infarmed regula a autorização e a comercialização dos genéricos em Portugal.
  • Os genéricos de dapoxetina são bioequivalentes ao medicamento de referência.
  • É aconselhável confirmar a dosagem prescrita antes de levantar o medicamento na farmácia.

Interacções: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) diminuíram a AUCinf do midazolam (dose única de 8 mg) em aproximadamente 20% (intervalo -60 a +18%). É provável que a relevância clínica do efeito sobre o midazolam seja pequena na maioria dos doentes.

Condição clínica Motivo da contraindicação Alternativa possível
Insuficiência cardíaca grave Risco de arritmias e síncope Terapia comportamental
Insuficiência hepática grave Metabolização comprometida Avaliação especializada
Hipomania ou perturbação bipolar Risco de viragem maníaca Estabilizadores de humor
Uso concomitante de tioridazina Prolongamento do intervalo QT Mudança de antipsicótico

O aumento da atividade do CYP3A4 poderá ser clinicamente relevante nalguns indivíduos tratados concomitantemente com um medicamento metabolizado principalmente pelo CYP3A4 e com uma janela terapêutica estreita. Interacções: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não inibiram o metabolismo de uma dose única de 40 mg de omeprazol. É improvável que a dapoxetina afete a farmacocinética de outros substratos do CYP2C19. Interacções: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não afetaram a farmacocinética nem a farmacodinâmica de uma dose única de 5 mg de glibenclamida. É improvável que a dapoxetina afete a farmacocinética de outros substratos do CYP2C9.